Estou em um lugar público e vazio, o que deixa meu coração repleto. É um tipo de alegria ímpar. Estou gripada (com aquela ardência no nariz), minha carona chega só em uma hora e eu queria muito estar em casa, deitada, tomando algo quente, um café. Mas não: estou em um lugar frio, público e vazio. Uma privacidade previlegiada. Talvez até diria que estou com sorte. Mas não será para tanto.
E eu gosto de frases que começam com não, pois muitas delas se condenam já redimidas.
Há um espirro dentro de mim que não quer ir embora. Eu já o expulsei, disse coisas que não devia e não era por ser no calor do momento (aqui está frio, como eu já disse). Mas ele não vai embora, como se gostasse de mim, o que é mentira. Como sei? Sei porque se gostasse de mim, me faria bem, mas não faz e, além de tudo, incomoda-me.
Com N de não, pensaria; e com N de nariz, eu diria; e tudo fica bem sendo assim.
E não faz o menor sentido as pessoas terem facilidade de fazer moradia para aquilo que não faz bem. Elas têm dificuldade de negá-las, mesmo sem saberem um porquê bom para tal atitude.
eu quero dormir e alguém entrou aqui. Alegria que dura pouco... isso deve ser sinal de pobreza.
1 palpites sobre o:
pq parou de escrever???
Postar um comentário